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Os Mormons Acreditam

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  • Estudo Pew sobre o Voluntariado Mórmon by
    on maio 16, 2012 | leave a comment |

    O Centro de Pesquisas Pew conduziu um estudo recentemente sobre o voluntarismo Mórmon. “Mórmon” é o apelido para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, embora os lideres da Igreja estão dando ênfase ao nome oficial para que não haja mal entendido sobre o fato de ser uma religião Cristã.

    No dia 15 de março de 2012, o Centro de Pesquisas Pew realizou um Fórum sobre Religião e Vida Pública. Foi um debate no qual os estudiosos que lideraram a pesquisa compartilharam seus achados sobre os Mórmons e seu lugar na sociedade e vida pública americana com jornalistas, outros estudiosos, e política externas. Um representante de cada área do estudo compartilhou seus achados de seu grupo com o fórum. Foi feito uma sessão de perguntas e respostas, e o fórum foi informativo e respeitoso.

    Os Mórmons são os membros mais pró-sociais na sociedade Americana

    Ram Cnaan, da Universidade da Pensilvânia, passou anos estudando “quem dá e quem voluntaria em nossa sociedade”. Sua pesquisa mostrou que a media dos Americanos que voluntariam, o fazem por volta de 3 a 4 horas por mês. Ele enfatiza que este número não inclui os Americanos que não voluntariam nada por mês; é apenas uma média daqueles que prestam serviços. Cnaan comparou estes achados com o voluntariado Santo dos Últimos Dias (Mórmon) em quatro áreas: atividades religiosas, voluntariado afiliado à igreja para ajudar a atender as necessidades sociais das pessoas na igreja, atividades afiliadas à igreja para ajudar as pessoas que não são membros da igreja, e atividades que não afiliadas à igreja. Ele descobriu que a média dos Santos dos Últimos Dias ativos na igreja voluntaria cerca de 36 horas por mês, comparado a média Americana de 3 a 4 horas por mês. O valor monetário deste tempo é de cerca de $ 9.140,00 dólares (equivalente a R$ 17.823,00 reais) por ano.

    Adicional ao serviço que os Santos dos Últimos Dias prestam, o grupo de Cnaan também estudou o quanto eles doam. Ele dividiu as doações em três tipos: doações seculares (fora da igreja), doações para bem-estar (dentro da igreja) e doações religiosas extras (baseado no dízimo – 10% da renda anual). Então, não incluindo o dízimo, a média de Santos dos Últimos Dias ativos doa cerca de $ 1.821,00 dólares por ano (aproximadamente R$ 3.550,00 reais) por ano, para causas sociais tanto dentro quanto fora da Igreja, sem contar o dízimo.

    Cnaan concluiu, “os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias são os membros mais pró-sociais da sociedade americana”.

    Relação entre ajudar o pobre e ser um bom Mórmon

    Greg Smith, Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, focou a sua parte do estudo sobre a importância de Santos dos Últimos Dias fiéis (Mórmons) atrelados à ajuda ao pobre. Ele levantou uma série de perguntas aos participantes de seu estudo:

    • Quão importante é acreditar que Joseph Smith realmente viu Deus, o Pai, e Jesus Cristo para ser um bom Mórmon?
    • E o fato de não beber café ou chá?
    • Quão importante é fazer noites familiares regularmente?
    • Qual a importância de não ver filmes inapropriados?
    • E, por fim, quão importante é trabalhar para ajudar os pobres e necessitados?

    Foi pedido aos participantes que respondessem estas questões como sendo essencial, importante, mas não essencial ou não muito importante, ou não tem importância alguma para ser um bom Mórmon. Smith concluiu:

    “Nossa pesquisa descobriu que aproximadamente três quartos dos Mórmons dizem que trabalhar para ajudar o pobre e necessitado é uma parte essencial do que significa ser um bom Mórmon. Não é apenas uma parte importante. Não é algo legal para se fazer. Ajudar o pobre é essencial para ser um bom Mórmon.

    Eu fiquei impressionado com a quantidade de Mórmons que disseram que ajudar os pobres e necessitados é essencial em sua religião. O número que disse isto é quase tão alto quanto o número que disse que é essencial acreditar que Joseph Smith realmente viu Deus, o Pai, e Jesus Cristo”.

    O Mecanismo por trás do trabalho dos Mórmons não é único

    David Campbell, da Universidade de Notre Dame, comparou o povo Mórmon, sua cultura, e sua ligação com o povo de outras religiões e concluíram que a grande maioria dos serviços que os Santos dos Últimos Dias prestam é para sua própria cultura e Igreja – não exclusivamente, mas a maioria. “Não há dúvidas que os Mórmons são os maiores quando falamos sobre o voluntariado religioso e outros tipos de voluntariado”, disse Campbell.

    Entretanto, ele afirma que isto ajuda os Santos dos Últimos Dias a fortalecerem os laços uns com os outros, mas laços podem vir em detrimento à construção de pontes com outras religiões de suas comunidades.

    Campbell conclui dizendo:

    “Então, a minha conclusão é que os Mórmons definitivamente representam um grupo distinto na sociedade Americana. E eles talvez são únicos em seu nível de voluntariado. Mas eles não são únicos no mecanismo que levam a este nível. Se eu puder apenas fechar este comentário, o fato de estas redes sociais serem formadas para fortalecer as conexões entre os Mórmons significa que os Mórmons não estão tão bem integrados em suas próprias comunidades – ou seja, entre os povos de outras religiões – como poderiam estar. Isto é refletido na percepção relativamente pobre que os Mórmons têm da sociedade Americana em geral”.

    O fórum foi um debate excelente sobre a variedade de crenças e perspectivas diferentes interpretando a mesma religião, bem como traçar paralelos entre o Mormonismo e outras religiões.

    Recursos Adicionais:

    Voluntariado Mórmon

    Crenças Mórmons

    Jesus Cristo no Mormonismo

     
  • O Estudo da Bíblia by
    on maio 8, 2012 | leave a comment |
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    Por Roy

    A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, comumente chamada de Igreja Mórmon, tem a Bíblia como parte de suas escrituras sagradas, consideram-na sagrada e sabem que ela é a palavra de Deus, desde que seja traduzida corretamente. A Igreja encoraja todos a estudar os ensinamentos dos profetas antigos e do Salvador. Ela também admoesta seus membros a se esforçarem para aplicar os ensinamentos encontrados na Bíblia em suas vidas. A palavra “Bíblia” é de origem grega, derivada de ta biblia, que significa “os livros”, É como uma livraria divina que é composta de muitos livros, ao invés de um único livro.

    Os ensinamentos mais importantes da bíblia incluem o evangelho, a vida e o ministério de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Existem muitos versículos da Bíblia que ilustram o Senhor Jesus Cristo e Seu evangelho tanto no Novo Testamento quanto no Velho Testamento. Por exemplo, Isaias fala de um Messias que viria no meridiano dos tempos para ser o Salvador do mundo. Ele também diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará.E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. E deleitar-se-á no temor do SENHOR; e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos. Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com equidade aos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará ao ímpio, E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a fidelidade o cinto dos seus rins.” (Isaías 11:1-5).

    Se estudar a Bíblia, você descobrirá que existem muitos versículos que falam do Salvador Jesus Cristo.

    O Livro de Mórmon, que é tido pela Igreja SUD como outro testamento de Jesus Cristo, ajuda a bíblia a esclarecer algumas verdades preciosas. Por exemplo, o Salvador mencionou as outras ovelhas que ele tinha: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.” (João 10:16). Logo após a Sua ressurreição e durante Seu ministério entre os Nefitas, no Livro de Mórmon, Jesus disse: “Nem jamais me deu o Pai mandamento de que eu lhes falasse a respeito das outras tribos da casa de Israel, que o Pai conduziu para fora daquela terra. Somente isto me ordenou o Pai que lhes dissesse: Que tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também devo conduzir estas e elas ouvirão a minha voz e haverá um rebanho e um pastor. E agora, por causa de sua obstinação e incredulidade, não compreenderam minha palavra; portanto o Pai me ordenou que nada mais lhes dissesse a respeito disto. Mas em verdade vos digo que o Pai me ordenou e eu vos digo que fostes separados deles em virtude da iniquidade deles; portanto, é por causa de sua iniquidade que eles não sabem de vós.” (3 Néfi 15:15-19).

    A Bíblia é um dos meus livros favoritos e eu adoro estudá-la junto com as outras escrituras. Eu amo estudar a vida do antigo povo do convenio, seus desafios, bem como suas bençãos, ao se esforçarem para seguir os mandamentos de Deus. Se fizermos do estudo das santas escrituras um hábito, tenho certeza que nossas vidas se tornarão mais significativas, e também perceberemos que Deus preparado um plano maravilhoso para a nossa salvação. Começaremos também a perceber que nossos desafios e dificuldades da vida não durarão mais que um momento e que colheremos as bênçãos de recompensas eternas se continuarmos a guardar os mandamentos de Deus.

     
  • A Realidade de Satanás by
    on abril 24, 2012 | leave a comment |

    Keith L. Brown é um converso de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e serve como Líder da Missão da Ala em Annapolis, Ala Maryland.

    Na Bíblia, em João 10:10 está registrado as seguintes palavras: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância“. Quem é aquele cujo propósito é roubar, matar e destruir? Ele é Lúcifer – O Brilhante, O portador da Luz, ou o Filho da Manhã. Ele também é conhecido como Satanás ou demônio. O nome Lúcifer é mencionado apenas uma vez na Bíblia, e está registrado em Isaías 14:12: “Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã (em inglês lê-se Lúcifer), filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!”, mas re as referencias para seus outros nomes são, Satanás ou demônio, são encontrados amplamente em outras escrituras.

    A Queda de Lúcifer por Gustave Dore

    Existem algumas pessoas que preferem acreditam que Satanás é somente um personagem fictício criado para assustar pessoas para convencê-las  a fazer o que é certo ameaçando-as com o fogo do inferno e a condenação. Entretanto, assim como os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sabem que existe um Deus, com certeza semelhante os Mórmons acreditam que Satanás vive, que ele é um personagem de espírito poderoso, o arqui-inimigo de Deus, do homem e de toda retidão. Devido ao fato de Satanás ser o grande enganador, ele é capaz de convencer algumas pessoas que mentiras são verdades. O próprio Salvador falou sobre isto conforme registrado na Bíblia em João 8:44, quando Ele falou aos Escribas e Fariseus:

    Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira“.

    As escrituras modernas nos ensinam, como registrado em Doutrina e Convênios seção 76, versículos 25 e 26, que Satanás é um espírito filho de Deus que já foi um anjo “que possuía autoridade na presença de Deus, que se rebelou contra o Filho Unigênito, a quem o Pai amava e que estava no seio do Pai, foi expulso da presença de Deus e do Filho, e foi chamado Perdição, porque os céus prantearam por ele – ele era Lúcifer, um filho da manhã“. E então aprendemos que no Conselho pré-mortal nos céus, Lúcifer foi chamado de Satanás, se rebelou contra Deus, e desde aquela época ele tem procurado destruir os filhos de Deus na Terra e fazer com que sejam miseráveis. Saber destas coisas fortalece nossa crença em uma vida pré-mortal, onde habitamos como filhos espirituais de Deus. Como manifestado na “guerra no céu”, tínhamos o direito de escolher lá, assim como temos o direito de escolher aqui. Devido a revelações modernas, a doutrina Mórmon pode nos dar um vislumbre da vida pré-mortal, nos dizendo que todos somos seres eternos que já vivemos com Deus e buscamos voltar a sua presença.

    Uma questão fundamental no conflito entre Deus e Satanás é o arbítrio. O arbítrio é nosso direito dado por Deus escolher entre o bem e o mal. O arbítrio é um dom precioso de Deus que é essencial para Seu plano para os seus filhos. Na rebelião de Satanás contra Deus, ele “[procurou] destruir o arbítrio dos homens” (Moisés 4:3). Ele disse: “redimirei a humanidade toda, de modo que nenhuma alma se perca; e sem dúvida eu o farei; portanto dá-me a tua honra” (Moisés 4:1). As escrituras modernas registradas em Doutrina e Convênios seção 29, versículos 36 a 38, nos ensina um pouco mais sobre a rebelião de Satanás: “… e também uma terça parte das hostes do céu ele afastou de mim por causa do arbítrio que possuíam; E eles foram lançados abaixo e assim surgiram o diabo e seus anjos; E eis que há um local preparado para eles desde o princípio e esse local é o inferno“. Como um resultado desta rebelião, Satanás e seus seguidores foram expulsos da presença de Deus e negaram as bênçãos de receber um corpo físico.

    A doutrina Mórmon nos ensina que o Pai Celestial permite que Satanás e seus seguidores nos tente como parte de nossa experiência na mortalidade. Doutrina e Convênios, seção 29, versículos 39, nos ensina: “E é necessário que o diabo tente os filhos dos homens, ou eles não poderiam ser seus próprios árbitros; porque, se nunca tivessem o amargo, não poderiam conhecer o doce“. Mais classificação sobre isso pode ser encontrado no Livro de Mórmon (Um outro Testamento de Jesus Cristo), conforme registrado em 2 Néfi 2:11-14:

    “ Porque é necessário que haja uma oposição em todas as coisas. Se assim não fosse, meu primogênito no deserto, não haveria retidão nem iniquidade nem santidade nem miséria nem bem nem mal. Portanto é preciso que todas as coisas sejam compostas em uma; pois se fossem um só corpo, deveriam permanecer como mortas, não tendo vida nem morte, nem corrupção nem incorrupção, nem felicidade nem miséria, nem sensibilidade nem insensibilidade. Portanto teriam sido criadas em vão; portanto não haveria propósito na sua criação. Portanto isso destruiria a sabedoria de Deus e seus eternos propósitos, assim como o poder e a misericórdia e a justiça de Deus.

    E se disserdes que não há lei, direis também que não há pecado. E se disserdes que não há pecado, direis também que não há retidão. E não havendo retidão, não há felicidade. E não havendo retidão nem felicidade, não haverá castigo nem miséria. E se estas coisas não existem, não existe Deus. E se não existe Deus, nós também não existimos nem a Terra; pois não poderia ter havido criação nem para agir nem para receber a ação; portanto, todas as coisas inevitavelmente teriam desaparecido. E agora, meus filhos, digo-vos estas coisas para vosso proveito e instrução; pois existe um Deus e ele criou todas as coisas, tanto os céus como a Terra e tudo o que neles há, tanto as coisas que agem como as que recebem a ação.

    “ Portanto os homens são livres segundo a carne; e todas as coisas de que necessitam lhes são dadas. E são livres para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para escolherem o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo; pois ele procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele próprio” (2 Néfi 2:27). Porque Satanás procura a miséria de toda a humanidade, ele e seu seguidores tentam fazer o que for necessário para afastar todos os homens da retidão e do plano de felicidade o qual o Pai Celestial designou para eles. Por exemplo, ele procurar tirar o credito do Salvador e do Sacerdócio, para levar dúvidas e descrença com relação ao poder da Expiação, sua revelação falsa, para desviar os homens de toda a verdade, e para contradizer a responsabilidade individual. Ele também tenta subestimar a santidade da família através de prover atos como relações de pessoas do mesmo sexo, zombaria com o casamento através de relacionamento sexual  antes do casamento e relacionamentos extraconjugais para os que são casados. Ele também desencoraja adultos casados a não ter filhos, já que poderiam criar seus filhos em retidão.

    Satanás é um personagem bem real e sua missão é destruir a humanidade. É por isto que o Apostolo Paulo nos lembra que “… não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas , sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6:12). Ele exorta que uma batalha espiritual está sendo travada e todos precisam proteger a si mesmos: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” (Efésios 6:11). Ele dá mais instrução em Efésios 6:14-18:

    “Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
    E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos”.

    Satanás não pode fazer um indivíduo fazer coisa alguma, apenas o indivíduo pode decidir se ele fará ou não. Os indivíduos não tem que dar ouvido as tentações do adversário. Cada pessoa tem um poder de escolher o bem ou o mal, e o Senhor prometeu ajudar a todos que procurá-lo através de oração sincera e fé. Ele prometeu nunca nos deixar ou abandonar aqueles que segurassem firme na barra de ferro, o qual é a Palavra de Deus, e não soltá-la mais. Pois “todos os que dessem ouvidos à palavra de Deus e a ela se apegassem, jamais pereceriam; nem as tentações nem os ardentes dardos do adversário poderiam dominá-los até a cegueira, para levá-los à destruição” (1 Néfi 15:24). “Portanto todas as coisas boas vêm de Deus; e o que é mau vem do diabo; porque o diabo é inimigo de Deus e luta constantemente contra ele e convida e incita a pecar e a fazer continuamente o mal” (Moroni 7:12). Entretanto, ecoando as palavras do Apostolo Paulo uma pessoa pode dizer: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39).

    Recursos Adicionais:

    Jesus Cristo no Mormonismo

    Os Templos Mórmons

     
  • Como Jesus Cristo nos Salvou by
    on abril 14, 2012 | leave a comment |

    Por Rhett

    Para mim, nenhum testemunho encontrado nas escrituras podem projetar o poder do Salvador, Jesus Cristo, Seu sacrifício e o potencial acesso a Sua mão orientadora em nossa vida mais do que o testemunho de Jacó em 2 Néfi 9, um capítulo do Livro de Mórmon, que é um registro de escrituras com os escritos de profetas que testemunharam de Cristo no antigo continente Americano.

    Como um destes profetas, Jacó falou sobre a habilidade que a Expiação do Salvador – Seu sofrimento no Jardim do Getsemane, juntamente com Sua crucificação e ressurreição no terceiro dia – tem de garantir nossa própria ressurreição, como testificado pelo apóstolo Paulo em uma carta aos Coríntios quando ele disse: “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1 Coríntios 15:22). Através da escolha de Adão e Eva de ceder a tentação de comer do fruto do conhecimento do bem e do mal no Jardim do Éden, estamos todos fadados à morte física. Mas é a ressurreição de nosso salvador que indica que nós também temos a promessa de viver, fisicamente, novamente já que não escolhemos se queremos ou não morrer. Sem tal redenção física, nossos espíritos permaneceriam separados de nossos corpos, não se reunido novamente, conforme realto de um dos profetas do Livro de Mórmon, Alma, que prometeu ao falar para filho desobediente, Coriânton: “A alma será restituída ao corpo e o corpo, à alma; sim, e todo membro e junta serão restituídos ao seu corpo; sim, nem mesmo um fio de cabelo da cabeça será perdido” (Alma 40:23).

    Assim como não teríamos nosso espírito e corpo reunidos sem a ajuda do Salvador, também permaneceríamos em nossos pecados sem seu desejo de atender a demanda da justiça sofrendo pelas vezes que nós, mortais, agimos contrário às leis de Deus. Novamente falando a Coriânton, Alma explicou a necessidade de apaziguar esta lei de justiça quando ele falou de sua conexão eterna com sua ação:

    ” Ora, como poderia um homem arrepender-se, se não houvesse pecado? Como poderia ele pecar, se não houvesse lei? E como poderia haver lei, a não ser que houvesse castigo? Ora, se não tivesse sido dada uma lei—que, se um homem assassinasse, deveria morrer—teria ele medo de morrer, se assassinasse? E também, se não tivesse sido dada lei alguma contra o pecado, os homens não teriam medo de pecar.” (Alma 42:17, 19-20).

    É por esta razão que nosso Salvador, escolhido para ser o sacrifício para toda a Sua própria criação, teve o amor de desejar sangrar por todos os poros no Jardim do Getsemane. O antigo profeta do continente Americano, Rei Benjamin, ensinou muito a seu povo, quando ele disse que a angústia de Cristo por “tentações, dores físicas, fome, sede e fadiga”, sem apenas o pecado, traria uma realidade horrenda – algo que tipicamente mataria um homem facilmente. Verdadeiramente, apenas “o próprio Deus”, conforme dito por Abinadi para um rei iníquo em Mosias 15:1 do Livro de Mórmon, seria capaz de cumprir com tão grande tarefa! O criador do mundo, o Deus que guiou os profetas do Velho Testamento, que foi gerado com atributos divinos pela concepção virgem única de sua mãe, Maria, seria capaz de perseverar tal dor ao ponto de dez mil vezes piores que a morte, e sobreviver. O sofrimento do Salvador no Getsemane foi seguido por Sua morte agonizando te cruz, terminando sua expiação por nós. Cristo não podia ser morto pelos homens, mas escolheu dar a sua vida livremente. O Salvador passando ao mundo dos espíritos foi verdadeiramente feito por desejo próprio, quando Ele disse a Seu Pai, “Está terminado” (ver João 19:30).

    Entender que permaneceríamos eternamente como espíritos cheios de pecados é a premissa para a mensagem de Jacó para o seu povo, os Nefitas, em 2 Néfi 9:

    “Oh! A sabedoria de Deus, sua misericórdia e graça! Pois eis que se a carne não mais se levantasse, nossos espíritos estariam à mercê daquele anjo que caiu da presença do Eterno Deus e tornou-se o diabo, para não mais se levantar.

    E nosso espírito deveria tornar-se como ele e nós nos tornaríamos diabos, anjos de um diabo, a fim de sermos afastados da presença de nosso Deus e permanecermos com o pai das mentiras, em miséria, como ele mesmo; sim, como aquele ser que enganou nossos primeiros pais, que se transformou quase em um anjo de luz e incita os filhos dos homens a combinações secretas de crimes e de toda sorte de obras secretas das trevas.

    Oh! Quão grande é a bondade de nosso Deus, que prepara um caminho para nossa fuga das garras desse terrível monstro, sim, aquele monstro, morte e inferno, que eu chamo morte do corpo e também morte do espírito”.

     

    Eu não posso nunca agradecer o suficiente ao nosso Salvador por Seu amor perfeito, já que sua única motivação foi nos livrar deste “terrível monstro” da morte física e espiritual.

    Aprendemos no Novo Testamento que este Deus de Israel levantou muitos da morte, caminhou sobre as águas e estabeleceu sua igreja no meio da opressão política sofrida por seu povo. Mas não há dúvidas que o trabalho mais importante que Ele realizou enquanto estava sobre a Terra – e a situação que a humanidade menos compreende, apesar de todo avanço sociológico, médico e tecnológico que a sociedade sofreu durante a sua historia – foi seu sucesso em concluir o terror que O assolava ao nos livrar da morte e nos dar a oportunidade de ser abençoados com a vida eterna.

    Essa paixão que foi unicamente Sua é o que devemos nos devotar para compreender, pelo menos como estes profetas da Bíblia de do Livro de Mórmon fizeram. Embora eu não consiga compreender seu sacrifício perfeito, eu posso fazer tudo o possível para entender e ficar mais preparado para molhar seus pés com minhas lágrimas quando  Ele voltar para a terra novamente para reinar sobre aqueles que O seguiram com verdade e sinceridade de coração.

     

     
  • Deus, o Pai, é Literalmente o Pai de Nossos Espíritos by
    on abril 14, 2012 | leave a comment |

    Escrito por Lynzie Glaus, uma aluna da BYU, estuda um volume de escrituras conhecidos como Pérola de Grande Valor, o qual foi escrito por profetas; os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias “Mórmons” reverenciam como um texto sagrado. Esta postagem vem de um livro da Pérola de Grande Valor, conhecido como O Livro de Moisés; é uma extração da tradução da Bíblia, conforme revelado para o Profeta Joseph Smith, junho 1830 – fevereiro 1831.

    Assim como Moisés, somos ensinados que somos filhos de Deus, o Pai, e quando olhamos, também podemos ver as obras de Jesus Cristo. Somos ensinados que temos um trabalho a realizar nesta terra. As vezes eu fico imaginando, mas eu acho que tenho uma ideia do que esse trabalho possa ser.

    Sempre que eu leio as escrituras na Pérola de Grande Valor, encontrado em Moisés capítulo um, faz com que eu nunca queira dar ouvidos a Satanás novamente. Eu amo particularmente a maneira que é demonstrado nestes versículos de escrituras, e a maneira que Moisés reconhece a falta de gloria que Satanás tem comparado com a Gloria de Deus, o Pai. Moises parece raciocinar e pensar. Ele presta atenção na situação na qual ele está. Isso me faz pensar como eu devo fazer o mesmo. Eu preciso descobrir quem eu devo ouvir nestas situações onde uma escolha deve ser feita.

    Moisés, neste momento, realmente entendeu seu relacionamento com Deus, o Pai. Com o poder de Deus, ele não podia ser tentado por Satanás. Ele sentiu a gloria de Deus sobre ele, e grita isto para Satanás. Ele fala a Satanás que ele não tem nenhuma glória! Se eu estivesse no lugar de Moisés, eu provavelmente estaria apavorada. Eu imagino que Satanás é um espírito bastante assustador e intimidador, mas Moisés sabia quem ele era, um filho de Deus, o Pai. Ele sabia de sua natureza e potencial divino.

    Quando leio este capítulo, sempre tenho o desejo de ser melhor. Ele me ajuda a entender um pouco sobre a qual é a minha verdadeira natureza. Moisés me inspira a lutar contra Satanás e a dizer: “Quem és tu? Pois eis que sou um filho de Deus, à semelhança de seu Unigênito; e onde está tua glória, para que te adore?” (ver Moisés 1:13). Parece que quando eu cometo a maioria dos erros, ou me sinto triste, é quando me esqueço deste principio simples, mas profundo.

    Eu sei que somos filhos de Deus, o Pai, e que temos um trabalho a realizar nesta vida assim como Moisés. Quando confrontamos Satanás, através da tentação, ou a chance de perder nossa virtude e natureza divina, precisamos lembrar quem realmente somos. Sou grata pelo exemplo de Moisés. Ele foi testado, e passou! E então ele foi recompensado! Eu quero seguir o seu exemplo.

    Recursos Adicionais:

    Leia, ou assista, um apóstolo Mórmon testificar sobre a Jesus Cristo.

    O Livro de Mórmon é um outro testamento de Jesus Cristo, comparável a Bíblia. Peça hoje mesmo uma cópia gratuita do Livro de Mórmon.

    Aprenda mais sobre a Igreja Mórmon.

     
  • A conversão de Emerson Sena by
    on agosto 31, 2008 | 3 comments |

    Esta é a historia do Emerson Sena, de como se tornou um membro da igreja Mórmon.

     
  • Giuseppe Martinengo: minha conversão á Igreja Mórmon by
    on julho 13, 2008 | 4 comments |
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    Esta é a historia de conversão de Giuseppe Martinengo, quando ainda morava na Itália.

     
  • André Vedovi by
    on maio 2, 2008 | 2 comments |
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  • Aroldinho Pacheco by
    on maio 2, 2008 | leave a comment |
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  • Edavia Rebelatto: tornar-se um membro da Igreja Mormon by
    on maio 2, 2008 | 1 comment |
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